O Gabinete de Psicologia do IPE alerta para as circunstância excecional que vivemos, o uso das novas tecnologias pelas crianças e jovens passou a fazer parte da sua rotina diária, de forma a colmatar as necessidades de estudo, entretenimento e de socialização. Com um maior acesso e tempo de utilização das mesmas, se antes da pandemia o acesso excessivo à internet estava já relacionado com a prevalência do cyberbullying, o fenómeno pode intensificar-se nesta fase de isolamento, verificando-se um aumento de casos e a “passagem de situações de bullying presencial para cyberbullying”, alerta a Ordem dos Psicólogos Portugueses.

 

Em anexo, encontra-se os seguintes documentos, realizados pela Ordem dos Psicólogos Portugueses:

– “Recomendações para Pais, Cuidadores e Professores – Cyberbullying e Segurança Online”;

– “Recomendações para Jovens – Cyberbullying e Segurança Online”.

Com as seguintes orientações:

– Recomendações para prevenir situações de cyberbullying;
– Quais são os sinais de alerta aos quais devemos estar atentos?;
– Recomendações caso a criança ou jovem for vítima, testemunha ou cyberbullie;
– Links úteis.

 

É importante que Pais, Cuidadores e Professores tenham consciência que a partir do momento em que a criança ou o adolescente tem um telemóvel/computador/tablet está em risco. E que os mais jovens consideram o cyberbullying uma situação relativamente comum nas suas experiências e relações sociais online, expectável ou mesmo inevitável, podendo ter dificuldade em compreender os limites.