Visita de estudo dos alunos do 11º ano à Fundação Calouste Gulbenkian no dia 23 de janeiro. Exposição comemorativa dos 130 anos da 1ª publicação da obra-prima de Eça de Queirós Eça e Os Maias –Tudo o que tenho no saco O ano de 1881 tinha apenas começado e, de Bristol, Inglaterra, José Maria d’Eça de Queirós escrevia ao seu amigo Ramalho Ortigão contando que tinha “o romance praticamente pronto”. Decidira fazer “não só um ‘romance’, mas um romance em que pusesse tudo o que tenho no saco”.