Numa postura de permanente actualização, aderiu à implementação de programas como a controversa Área Escola, à época e, nesse domínio, concretizou projectos multiculturais de indiscutível valor, que concorreram para despertar nos alunos sensibilidade para causas sociais: – a solidariedade, o respeito pelo próximo, pelas minorias e pelas diferenças étnicas e demais valores substantivos no âmbito da sua formação integral para a cidadania.
Já antes havia aderido ao Projecto Minerva, entreposto de divulgação e ensino das novas tecnologias da informação, cuja finalidade última visava a criação de software educativo e as aulas assistidas por computadores. Nesse contexto foram desenvolvidos programas de formação de professores e realizados projectos de interesse didáctico.
Revisitando as suas potencialidades acolheu de braços abertos os alunos PALOP criando as melhores condições para a respectiva adaptação, com respeito pelos seus diferentes hábitos e culturas. E bem pode orgulhar-se dos resultados alcançados, quer a nível da qualidade formativa que estes alunos têm atingido, quer dos exemplos de reconhecimento e de gratidão que vêm manifestando, nas cerimónias e outros momentos importantes, em que sempre dizem: presente.

Apesar disso, porque não passou o Instituto incólume, no cenário asfixiante que experimentou nos últimos anos? A clivagem resultou, do quadro de opções tomadas num passado não muito distante. A primeira delas, enveredar pela via ensino no Ensino Secundário e a segunda, optar, no nível superior, pelo Ensino Politécnico.
Numa postura de permanente actualização, aderiu à implementação de programas como a controversa Área Escola, à época e, nesse domínio, concretizou projectos multiculturais de indiscutível valor, que concorreram para despertar nos alunos sensibilidade para causas sociais: – a solidariedade, o respeito pelo próximo, pelas minorias e pelas diferenças étnicas e demais valores substantivos no âmbito da sua formação integral para a cidadania.

Já antes havia aderido ao Projecto Minerva, entreposto de divulgação e ensino das novas tecnologias da informação, cuja finalidade última visava a criação de software educativo e as aulas assistidas por computadores. Nesse contexto foram desenvolvidos programas de formação de professores e realizados projectos de interesse didáctico.
Revisitando as suas potencialidades acolheu de braços abertos os alunos PALOP criando as melhores condições para a respectiva adaptação, com respeito pelos seus diferentes hábitos e culturas. E bem pode orgulhar-se dos resultados alcançados, quer a nível da qualidade formativa que estes alunos têm atingido, quer dos exemplos de reconhecimento e de gratidão que vêm manifestando, nas cerimónias e outros momentos importantes, em que sempre dizem: presente.
Apesar disso, porque não passou o Instituto incólume, no cenário asfixiante que experimentou nos últimos anos? A clivagem resultou, do quadro de opções tomadas num passado não muito distante. A primeira delas, enveredar pela via ensino no Ensino Secundário e a segunda, optar, no nível superior, pelo Ensino Politécnico. De ambas resultou uma mistura frágil porque o Ensino Politécnico proliferou, gerando uma forte concorrência e, com ela, a consequente e drástica diminuição da sua procura.
Como a aprendizagem também se retira dos erros, separa-se dessa zona cinzenta, redescobrindo virtualidades que, até agora adormecidas, outrora lhe ofereceram relevo.

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